
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos) na investigação que apura a contratação de funcionários “fantasmas” no gabinete do parlamentar.
Outras 26 pessoas e sete empresas também tiveram os sigilos quebrados.
Gabinete de Carlos Bolsonaro pagou R$ 7 milhões a funcionários suspeitos de serem ‘fantasmas’
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