Conversa com Thomaz

terça-feira, 16 de julho de 2024

O duelo na corrida eleitoral de 2020 em Manaus está na segunda fila, eis que surge o capitão Alberto Neto.

(imagem: Amazonas Atual)

Desde quando acabou a eleição para governador, na qual o Amazonas entrou no pesadelo da gestão Wilson Lima, que o derrotado daquele pleito, o ex-governador Amazonino Mendes, vem liderando a corrida para a prefeitura de Manaus, seguido de David Almeida, na primeira fila. Na segunda, o petista Zé Ricardo esteve correndo solto, confortável, sem ameaças, com tempo de sobra para uma investida em busca de uma possível troca de lugar no pódio.

Eis que nas últimas pesquisas surge Alberto Neto, piloto arrojado, novo na pista, com uma máquina zero, incendiando a corrida. A perplexidade da torcida culmina com os cabelos em pé dos pilotos da frente. O deputado do partido Republicanos tira um segundo do tempo dos outros pré-candidatos a cada curva, e um pouco mais em cada reta. A eleição não tem dono e ele sabe disso. Todavia, o que traz de novidade esse novo fenômeno das urnas?

O furacão Alberto Neto

Em uma visão rápida do processo é perceptível que ele se relaciona bem com as mídias sociais, domina as novas linguagens, é sutil, “manso como as pombas e sagaz como as serpentes”, por fim, faz parte da mesa do presidente Bolsonaro. E se isso não bastasse, é militar, detém um enorme respeito da tropa, é jovem e bem formado. Apesar dos demais candidatos também agregarem valores competitivos, o Alberto Neto está mais próximo dos da moda.

Vamos a uma comparação absurda, porém necessária para os dias de hoje: as páginas nas redes sociais de Amazonino, Zé Ricardo e David Almeida, somadas chegam a 145 mil seguidores, enquanto a de Alberto Neto tem mais de 800 mil. Uma das postagens do capitão obteve 667 comentários, com mais de 9,9 mil curtidas. São números consideráveis, apesar de não ser determinante, é parâmetro.

Seguramente com um pouco mais de presença de rua, de trânsito na cidade, ele terá condições reais de embolar a eleição, engatar uma quinta marcha e disputar o pódio, pois os reflexos da política apontam para esse caminho. Todavia, a cabeça do eleitor é um enigma a ser desvendado, incompreensível para nós mortais, e votar não é ciência, sim oficio.

A sorte está lançada!


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