

Por Thomaz Antonio Barbosa
Um dia de sol na Amazônia vale outro dia de sol na Amazônia, especificamente quando se trata de um domingo. Remete à festa, família, confraternização e biodiversidade.
É impossível chegar o domingo e a gente não lembrar dos encontros de família e do velho batelão singrando as águas, testemunhando a festa da biodiversidade nos rios e nas matas.
Domingo lembra missa, praia, cafés e almoços intermináveis, imagens que se misturam à natureza, sons que guardamos na alma.
É ato simbólico de festejar a vida, a fusão com o ambiente, o culto ao sol prevalecendo aos outros dogmas.
É essa paz que nos faz estar aqui, é esse o combustível que nos move, a imensidão como pano de fundo e o sol fertilizando o homem e a natureza.
Imagem: Redes Sociais / Divulgação