Conversa com Thomaz

sexta-feira, 19 de julho de 2024

A linga ou o beiço, o Inferno de Dante no governo Wilson Lima

Por Thomaz Antonio Barbosa

Dante Alighieri não nasceu em Itaituba, no Pará, nem devia, senão o preço da livro seria superfaturado. A Divina Comédia é um poema épico, teológico, escrito no século XIV, dividido em três partes: o Inferno, o Purgatório e o Paraíso. Todavia, parece ter uma relação direta com a situação tragicômica, senão satânica do reinado de Wilson Lima.

Pelo menos três situações apontam para um final tráfico e jocoso, talvez rápido, do governo do novo, já que o purgatório depende de articulações de bastidores e o paraíso, bem, esse está cada vez mais distante. Então, vamos ao recheio do inferno, baseado nos fatos recentes:

  1. O prosseguimento do processo de impeachment contra Wilson Lima e Carlos Almeida, na Assembleia Legislativa. A decisão é com base em parecer da Procuradoria-Geral da ALE-AM;
  2. Após um longo período de hibernação sai da toca o processo de cassação, movido pelo ex-governador Amazonino Mendes (Podemos), contra a chapa de Wilson e Carlos Almeida por compra de votos nas eleições de 2018;
  3. Para quem afirma que tudo que é ruim pode ainda ser piorado, correu por for a instalação –também na ALE – de mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), dessa vez para investigar a pasta de Educação, as dispensas de licitação, denúncias de ‘mensalinho’, e contratos, desde o inicio da gestão de Wilson Lima.

E a comédia, donde está incluída nessa trama toda? A resposta é simples: basta olhar os nomes dos deputados quem compõe a comissão do processo de impeachment e comparar com a sua lista da propina, divulgada pela Policia Federal na operação Sangria…

Faltam 175 para acabar o ano e o Inferno de Dante está só começando para o governador, uma divina comédia nos domínios das Amazonas.

Fla x Flu

A treta que rola solta no happy hour ainda é por conta da final da Taça Rio, o duelo de ontem (08) à noite no Maracanã. O time das laranjeiras saiu na frente com um gol Gilberto, no primeiro tempo; o mengo empatou com um gol de Pedro, na segunda cancha.

A decisão foi para os pênaltis, Nenê, Hudson e Pacheco converteram para o flusão, Dodi e Michel Araújo desperdiçaram. Para o Flamengo apenas Gabigol e Pedro aproveitaram, enquanto Léo Pereira chutou para fora, Willian Arão e Rafinha pararam na barreira de Muriel.

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